sábado, junho 20, 2015

SERIE CONCEITO


O CONCEITO 'EXISTENCIAL'
   Existencial significa, neste item do programa, aquilo que se refere à natureza (phisys), ou seja, àquilo que existe. Origem existencial da Filosofia, portanto, é a investigação sobre as causas que deram origem as coisas da natureza. Nesta busca, os filósofos naturalistas gregos em sua maioria encontraram como causa elementos da própria natureza. Quando a causa é apenas um elemento, água ou ar, ou terra, ou fogo, ou apeiron, ou logos, os filósofos que pensam assim são chamados de monistas.

sexta-feira, junho 19, 2015

SÉRIE CONCEITO


CONCEITO 'LOGOS'





Site: www.philosophy.pro.br
Autor: Flávio Netto Fonseca
Professor de Filosofia






   "Disse Heráclito (filósofo grego, pré-socrático): "Tudo acontece de acordo com logos". Mas o que é logos? Seu significado mais básico é verbo. Nos séculos anteriores a Heráclito, logos significava também relato, linguagem e história. Já na época de Heráclito, logos podia significar razão, princípio e explicação. Alguns o definiram como lógica ou fórmula. Creio que o que Heráclito queria dizer era "o princípio organizacional, segundo o qual o cosmo se ordena a si próprio". Este princípio se manifesta nos mais diferentes padrões que identificamos. Um pensamento final: Heráclito, sempre capaz de ser ao mesmo tempo literal e metafórico, sabia que o "verbo" é "falado". E o que fala o cosmo? Eu creio que os "padrões" são a forma como o logos nos é falado. Daí a minha tradução: O cosmo fala por meio de padrões." (Roger von Oech)
   Pelo texto acima pode-se ver que 'logos' é uma forma explicativa da causa do que acontece.



quinta-feira, junho 18, 2015

Entre o Roubo e o Arrependimento



Na hora de fraudar, desviar, ser corrupto e corromper, traficar influencia, alterar valores em licitações, emitir documentos falsos e outros atos ilícitos, nenhum dos que são acusados revelão estarem hipertensos, diabéticos, síndrome do panico e outros problemas de saúde. Quando são pegos no crime alegam todo tipo nervosismo e doenças menos arrependimento e vontade de restituir o produto do crime.

SERIE CONCEITO

O CONCEITO 'FILOSOFIA'











Site: www.philosophy.pro.br
Autor: Flávio Netto Fonseca
Professor de Filosofia
    Filosofia é um conceito que abrange várias coisas, portanto para defini-la é necessário fazer uma escolha. Podemos tomar a definição dada por Marilena Chaui(filósofo brasileira): "A decisão de não aceitar como óbvias e evidentes as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido."
   "Para Platão a filosofia tem um fim prático, moral; é a grande ciência que resolve o problema da vida. Este fim prático realiza-se, no entanto, intelectualmente, através da especulação, do conhecimento da ciência. Mas - diversamente de Sócrates, que limitava a pesquisa filosófica, conceptual, ao campo antropológico e moral - Platão estende tal indagação ao campo metafísico e cosmológico, isto é, a toda a realidade." (site: Mundo dos Filósofos)
   A Filosofia surgiu como busca de respostas para a causa dos fenômenos, já que a mitologia tinha sido questionada e abandonada como poder explicativo para eles. Abandona-se a narrativa mitológica e inventa-se outro tipo de linguagem com poder de explicar. Esta linguagem tem a característica de ser coerente, pertinente e imanente. Não se recorre mais a seres sobrenaturais para as explicações, a partir da Filosofia as explicações deixam de ser transcendentes e passam a ser imanentes, ou seja, a causa dos fenômenos emana da própria natureza. O termo inventado por Heráclito para expressar esta linguagem foi 'logos'. Com os filósofos pré-socráticos, 'logos' era um fundamento que causava os fenômenos.
   Filosofia, amizade ao saber, é, portanto, a área do conhecimento humano que busca entender fatos, fenômenos, e a origem das coisas da natureza e das relações humanas fundamentadas na própria natureza e nas relações. Para melhor entender: para responder qual a utilidade e quais os fundamentos da Ciência, é necessário a Filosofia da Ciência, pois a linguagem científica é insuficiente para dar esta resposta.
   Os pré-socráticos buscavam os fundamentos quando faziam Filosofia: Tales disse que o fundamento de todos os fenômenos era a água: "Tudo é água.", Heráclito disse: 'O logos é fogo.'
   Disse Nietzsche: "a filosofia grega parece começar com uma idéia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matiz de todas as coisas. Será mesmo necessário deter-nos nela e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição enuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque o faz sem imagem e fabulação; e, enfim, em terceiro lugar, porque nela, embora apenas em estado de crisália, está contido o pensamento: ‘Tudo é um’. A razão citada em primeiro lugar deixa Tales ainda em comunidade com os religiosos e supersticiosos, a segunda o tira dessa sociedade e no-lo mostra como investigador da natureza, mas, em virtude da terceira, Tales se torna o primeiro filósofo grego".
   A Filosofia está no universo da razão ou da racionalidade. E ela ocorre quando os filósofos pensam a respeito dos fundamentos de outras ciências. Jonh Dewey(filósofo americano) disse sobre a Filosofia: "Pois, para encontrar os fatos deste mundo e as suas causas, é claro que deveremos recorrer às matemáticas, à física, à química, à biologia, à antropologia, à história, etc., e não à filosofia. Às ciências é que compete dizer quais as generalizações admissíveis sobre o mundo e quais, especificamente, são elas. Mas quando perguntamos que espécie de atitude permanentemente ativa para com o mundo as revelações científicas exigem de nós, estamos a formular uma questão filosófica."
   A Filosofia procede como a Ciência: procura generalizar através de conceitos após uma exaustiva pesquisa de seus objetos. Mas Filosofia não é Ciência. Disse o filósofo Spnville:
  O que é filosofia? É uma prática teórica (discursiva, razoável, conceitual), mas não científica; ela se submete unicamente à razão e à experiência - com exclusão de toda revelação de origem transcendente ou sobrenatural - e visa menos a conhecer do que a pensar ou questionar, menos a aumentar nosso saber do que a refletir sobre aquilo que sabemos ou ignoramos. Seus objetos de predileção são o Todo e o homem. Seu alvo, que pode variar segundo as épocas e os indivíduos, será com mais freqüência a felicidade, a liberdade ou a verdade, e mesmo a conjunção das três (a sabedoria).

quarta-feira, junho 17, 2015

ASSEMBLEIA DE DEUS  NO  ASSENTAMENTO  AURORA  DA  SERRA   DIRIGENTE  PRESB,  GENTIL GOMES    EM 2-9-2014
Posted by Gentil Gomes on Terça, 2 de setembro de 2014


SÉRIE CONCEITO
O CONCEITO 'MITOLOGIA'
    Mitologia é um conceito criado após o surgimento da Filosofia. Na antiguidade grega, antes da Filosofia, a mitologia era o modo narrativo que os gregos usavam para explicar o por quê dos fenômenos (aquilo que aparece às sensações). Havia narrativa para explicar praticamente tudo. Este poder explicativo estava vinculado a outro fator muito importante e muito caro aos gregos: a crença de que as narrativas tinham de fato acontecido do modo como descrito na narração; não havia dúvidas e nem porque duvidar. Como as narrativas falavam sempre de um mundo sobrenatural, ou seja, um mundo que transcendia a natureza das coisas visíveis, havia uma interação inquestionável e indubitável entre homens, natureza e deuses. Os deuses eram vistos, principalmente, por sua característica que os diferenciavam dos homens, a imortalidade. Os homens chamavam-se, entre si, de mortais, justamente porque eram diferentes dos deuses. Os mitos referiam-se à origens de um fato ou de um estado de coisas, por exemplo, ao nascimento, à morte, ao clima, à guerra, a uma relação entre homens ou entre homens e natureza. O mito, portanto, explicava como algo veio a ser como é. A comprovação inquestionável do mito se dá pelo fato das coisas serem como são, por exemplo, o mito da morte é comprovado pela existência da morte. Como a narrativa era uma história sagrada, não havia preocupação em querer saber porque os deuses agiram como agiram, simplesmente havia aceitação tácita que era a crença, ou seja, as coisas aconteceram como aconteceram e ponto final.
   As narrativas mitológicas chegaram aos gregos pela oralidade vindas de tempos imemoriais. De tempos em tempos os mitos eram rememorados. Nestas épocas ou momentos, os gregos reatualizavam suas crenças, e delas tiravam suas forças e energias para continuarem a viver, trabalhar e lutar. É importante observar que o foco de suas preocupações em momentos de crise ou conflitos estava vinculada ao passado mitológico. A ênfase estava, portanto, no presente alimentado pelo passado.


terça-feira, junho 16, 2015


A Arte na Idade Média

Foi na Idade Média que a Arte cumpriu mais plenamente sua função de transfigurar o mundo para dar ao homem o desejo do céu com o amor do verdadeiro bem. Os estilos românico e gótico marcam o ápice da arte ocidental. Embora não se tivesse ainda o conhecimento de todas as leis da beleza - por exemplo, não se conhecia ainda a perspectiva - a arte medieval, dentro de seus limites, buscou, mais que nenhuma outra, o bem, a verdade, a beleza, reflexos de Deus no mundo. E por mais que a Idade média seja denegrida nos manuais escolares, nos slogans da imprensa, como a Idade das Trevas, é a sua luz que atrai continuamente torrentes de turistas que, embasbacados, contemplam o resplendor de seus vitrais, a poesia de seus castelos, a majestade de suas catedrais. O mundo continua a ter saudades da tão caluniada Idade Média, a "doce primavera da fé".

O estilo gótico

Em toda a história da arte, não se pode encontrar uma arte mais católica, mais religiosamente elevada, do que a arte medieval.
O estilo gótico representa o apogeu da arte. Até no século XX - século do feio e do monstruoso - apesar da propaganda a favor da Arte Moderna e apesar das calúnias contra a "Idade das Trevas", multidões vão à Europa extasiar-se diante da fachada de Notre Dame de Paris, admirar as torres que obrigam a olhar para o alto de Chartres, deslumbrar-se com a luz cantando nos vitrais das rosáceas.
Por que o gótico traz tal satisfação à alma humana?
1. Religiosidade do gótico
Em primeiro lugar porque nenhum estilo é tão religioso quanto ele. Gótico e religião são termos inseparáveis. É da essência desse estilo falar de Deus e do céu. Mesmo nos edifícios e obras profanas, o gótico põe algo de religioso que lembra Deus.
Se no âmago da beleza está o bonum, em nenhum outro estilo o bonum aparece em tão alto grau nem tão claramente. Toda beleza é uma teofania, mas a catedral gótica é a expressão artística da Teologia católica por excelência. Foi bem definido o gótico por Erwin Pafnosky, quando ele disse que o estilo gótico é "a filosofia escolástica na pedra".
2. Elevação moral
O estilo gótico, como nenhum outro, respeitou as leis da moral e procurou incentivar os homens à virtude.
No gótico, encontra-se por toda parte pudor, recato, pureza. Não se estadeia o nu, não se salientam as formas físicas. As roupagens são descentes, os gestos e atitudes são recatados. As linhas arquitetônicas são puras. A catedral é casta.
O gótico, além disso, é temperante, e mesmo, por vezes, austero. Nele não há excessos - não falamos, evidentemente, do flamejante, que foi a decadência do gótico e o começo do fim da verdadeira arte católica - nele não há exageros. Tudo é equilibrado. Nas abadias há austeridade; nos pátios dos castelos, alegria moderada. Em todas as obras - religiosas ou civis - nas catedrais, nas abadias, nos castelos e nas casas, há seriedade.
O gótico incentiva ao bem e à verdade porque tudo nele incentiva à luta. Nele há mais do que simples força, há combatividade. Torres, fossos, ameias, barbacãs, muralhas, tudo no castelo fala da existência do mal que é preciso combater. Na catedral, as esculturas lembram continuamenteo juízo, o inferno e o demônio tentador. Diabos arrastam para o abismo infernal os reis e até os príncipes da Igreja, e mesmo os Papas, para lembrar que todos, se não combaterem, perder-se-ão. Os torreões dos castelos falam de guerra, e as torres das catedrais lembram que a Igreja é militante. E a prudência no gótico espreita pelas seteiras e vigia pelos caminhos de ronda.
Todas as demais virtudes podem ser encontradas simbolicamente no gótico: a justiça, a caridade, a esperança e principalmente a fé, porque tudo no gótico fala de Deus e conduz a Ele.
3. Lógica
Já foi dito que o gótico é uma escolástica de pedra. Assim como no silogismo escolástico nada pode ser tirado e nada pode ser acrescentado, assim também, no silogismo arquitetônico gótico, tudo é necessário e nada é supérfluo. Pilastras, arcos-botantes, colunas e ogivas se interligam, uns elementos sustentando os outros para, no alto, exaltarem a cruz.
A fachada ou a planta de uma catedral podem ser comparadas, quanto à lógica e à clareza, com uma questão escolástica com todos os seus argumentos, os "sed contra", as soluções e as respostas aos argumentos. E a catedral é, então, uma "Suma" em pedra, tal a sua ordenação lógica.
Quanto às regras estéticas, a Idade Média não teve, desde o início, o conhecimento de todas. Mas, à medida que as conhecia, procurava escrupulosamente respeitá-las porque eram a vontade de Deus regulando a arte.
4. O Belo no gótico
Da bondade e da verdade do estilo gótico é que nascia o seu pulchrum. Belo sereno e cheio de paz, resultante da harmonia de todos os valores, da temperança com que os bens eram amados, da força consciente de si mesma na busca da justiça.
"Pureté, sérénité, majesté...", disse alguém a respeito da fachada de Notre Dame de Paris.
Pureza nas formas materiais, serenidade na alma, majestade no conjunto, tais são alguns dos valores do gótico que o tornam o mais católico dos estilos de arte já produzidos, e, por isso mesmo, o que mais fala a Deus.
O flamejante
O estilo flamejante é a expressão da decadência da alma medieval. Não querendo progredir mais no amor a Deus, o homem medieval principiou a decair, porque, ou se ama a Deus, ou se decai. O homem medieval cansou-se de buscar a Deus através da contemplação das criaturas.
Tal cansaço levou-o a buscar não mais a Deus nos valores espirituais e transcendentais, mas a procurar sua felicidade apenas nas próprias criaturas. Ele passou a buscar não o bonum mais elevado, mas o bonumnatural; o puramente agradável, de início, e depois, o prazer.
A contra curva flamejante é o símbolo dessa inflexão que levou o homem a buscar o mero prazer sensual. Outra prova disso está no amor à decoração excessiva que levou a abandonar a pureza de linhas e a lógica serena do gótico radiante.
O gótico flamejante perdeu elevação. Ele não mais buscava o céu, e sim a terra. Passa-se a preferir o gracioso ao sublime, o risonho ao sério. Como resultado, as ogivas foram se abaixando e alargando cada vez mais, até desaparecerem numa horizontalidade chapada, símbolo do apego ao terreno e da falta de impulso para o céu. As estátuas passaram a ser de pouca altura e, às vezes, sensuais. A busca intemperante do prazer levou o homem decadente do fim da Idade Média a perder equilíbrio diante da alegria e da dor. Nas catedrais surgem estátuas-caricaturas que exploram o grotesco e o ridículo.
Exagerou-se o riso e a dor. Os jazentes (gisants) - estátuas jazentes sobre as lajes tumulares -- perderam a serenidade católica diante da morte, resultante da dor e da esperança e que eram bem manifestadas nas esculturas tumulares do gótico primitivo e do gótico radiante. Dor, porque a morte é um castigo terrível. Esperança, porque é certo que haverá a ressureição.
O homem do período flamejante exagerou a dor diante da morte, porque não mais tinha a mesma esperança. E já não tinha tanta esperança, porque sua fé bruxoleava.
Apareceram, então, os "gisants" horrendos e monstruosos: corpos putrefatos, devorados por vermes, esqueletos triunfantes, cadáveres decompostos e atormentados, contorcidos nos estertores de uma morte que se pensava sem ressurreição. Portanto, sem esperança.
As figuras da morte, do juízo e do inferno tornaram-se obsessivas. Começada a era do prazer, nascia com ela o desespero.
A perda da temperança e da pureza levaria à perda da combatividade e da fortaleza. Não mais muralhas nem fossos. Não mais couraças e elmos de ferro. Paz, paz. Mais vale a astúcia e a fraude do que a luta. Sobretudo, o que vale mais para o homem intemperante é o gozo.
As couraças se adelgaçaram e enfeitaram. O penacho tornou-se mais importante que o elmo, e a exibição e a vanglória valiam mais do que a proeza.
Nas estátuas buscou-se mais o real do que o ideal. Daí o retrato que acariciava o orgulho dos doadores e benfeitotores, esculpidos ajoelhados aos pés dos altares que haviam financiado, para que o povo, rezando à Virgem, os admirasse.
O flamejante não dava o bonum de que a alma tinha sede. Logo vieram os sofismas a criar falsos verum.
Com o nominalismo do fim da Idade Média entrou a gnose, e a representação do que dizia a Fé foi substituída pelo simbolismo hermético do "trobar clus" e do "dolce stil nuovo", em cujas ambigüidades se escondia a heresia.
A cabala irrompeu nos meios cultos, pretendendo oferecer a conciliação universal de todas as crenças.
Orgulho e sensualidade foram as causas da decandência medieval. Nesses dois vícios estão as raízes do estilo flamejante, que preparou a primeira revolução na arte, o Renascimento.

montfort.org.br

sexta-feira, maio 03, 2013

Comemoração alusiva ao dia do trabalhado é sucesso




Nesta manhã, 01 dia do trabalhador a Fundação Dario Pereira em parceria com empresas apodienses realizou um super programação em comemoração ao dia do trabalhador, como maratona, torneio de futebol, apresentação de projetos, palestras e muita recreação no clube da água mineral cristalina do oeste.

Estiveram presentes o Vereador e mantenedor do projetor, Bráulio Ribeiro, vários Vereadores de Apodi, Francisco José Júnior Vereador de Mossoró e presidente da FECAM, o vice-prefeito José Maria da Silva, os empresários do grupo Queiroz Edson e Ivanildo, além de personalidades apodienses, e imprensa local.

Silveirinha como é conhecido o presidente da Câmara de Mossoró, parabenizou Bráulio pelo trabalho, afirmando que anda pelo estado todo e que nunca viu um trabalho filantrópico tão significativo, por isso é uma honra para ele ser parceiro e colaborador como político e como ser humano.

Empresário apodiense realiza com sucesso o 1º de maio


O primeiro de maio realizado ontem em Apodi superou todas as expectativas. O empresário e vereador Bráulio Ribeiro de Apodi, através da Fundação Senador Dario Pereira de Macedo, em parcerias com várias empresas realizou com sucesso as festividades do “Dia do Trabalho” em Apodi.
O evento teve inicio nesta quarta-feira, 01, ás 8h00 com a Mine-maratona saindo enfrente do Supermercado Queiroz e finalizando no Clube da Água Mineral Cristalina do Oeste.

O atleta campeão da maratona foi Vilmar representando a Essência do Campo, o segundo colocado foi Fernando representando a Água Mineral Cristalina do Oeste e o terceiro colocado foi o atleta Severino também representando água Mineral Cristalina do Oeste.

Durante toda a amanhã, aconteceram exposições de artesanatos realizados pelas crianças da fundação, teatro falando das diversidades do município com a “Companhia de Arte Balacubacu”, e o campeonato de Futebol Sete sendo a agremiação campeã o time representado a comunidade de Santa Cruz.

O empresário falando aos presentes agradeceu o apoio que recebeu das empresas parceiras ao projeto. “Agradeço as parcerias que nos ajudaram a realizar este evento, aos atletas que abrilhantaram a festa as crianças e seus familiares. Juntos podemos fazer muito por nossas crianças e seus familiares, se cada um fizer a sua parte seremos todos beneficiados com uma sociedade mais justas. É com projetos sério e visando o bem está de nossas crianças e adolescestes que buscaremos resultados positivos. É com essas atitudes e com grandes parceiros que podemos mudar. Por isso, é muito importante que todos abracem essa causa”. Falou o empresário e vereador.

A Fundação Senador Dario Pereira de Macedo ensina crianças e adolescentes a arte em através da reciclagem, pinturas, esculturas e responsabilidade com o meio ambiente.

Estiveram presentes o Vice-Prefeito e empresário de Apodi Jose Maria. O empresário Edson Queiroz, representando a Rede Queiroz, Francisco Jose Junior Vereador de Mossoró, Presidente da FECAM, vereadores, representante de escolas do municípios e blogueiro.

Segundo Marcílio Reginaldo coordenador da fundação o evento supriu todas as expectativas.

“Valeu à pena, a luta foi gratificante e sentimos realizado com o sucesso do evento. O empresário e vereador Bráulio Ribeiro deu a nós coordenadores carta branca para a realização da festa mais queremos salientar foi importante a atuação das parceiras que se traduziu nessa grande festa. Valorizamos o esporte e a cultura do município, num só evento”. Falou Marcilio Reginaldo.

Para o professor Jorge Luiz, coordenador esportivo o sucesso já era esperado. “O evento superou as nossas expectativas, tanto de público quanto de atletas. E para nossa felicidade já recebemos o ok de Bráulio Ribeiro para a realização da corrida no próximo ano, ficando no calendário de eventos da cidade. Quero aproveitar fazer um agradecimento muito especial aos atletas e patrocinadores”, disse Jorge Luiz.

Na oportunidade foi lançado o projeto "Atleta do Futuro"

Após a entrega dos troféus aos ganhadores foi servida uma deliciosa feijoada, com música de ótima qualidade apresentada pela a cantora apodiense Cinthia Leite.